A Maconha Medicinal pode ser benéfico para uma variedade de doenças

Evidências e pesquisas comprovam que a maconha produz um efeito analgésico importante.

A Maconha Medicinal ajuda pacientes em tratamento de Quimioterapia

O uso da Maconha Medicinal durante tratamento com quimioterapia pode ser eficiente em pacientes reduzindo possiveis náuseas e vômitos nos pacientes. .

A natureza tem a resposta para pacientes com cancer!

O óleo de maconha é não-tóxico e funciona maravilhosamente ajudando no combate ao Cancer e muitas outras enfermidades.

A Maconha Medicinal salva vidas!

Vale lembrar que no Brasil a lei vigente sobre drogas (11.343/2006) prevê que é possível conseguir uma autorização para o cultivo de maconha medicinal.

A Maconha Medicinal já era muito usada na antiguidade

Na Grécia antiga a maconha medicinal foi usada para tratar dores de ouvido e inflamação.No século 19, a maconha medicinal era usada para dores de estômago e espasmos musculares. .

Wednesday, May 8, 2013

Vaporize sua maconha

vaporizador para maconhaVocê conhece e sabe para que serve o vaporizador de ervas? Pois é, muita gente nem sabe do que se trata. O fato é o seguinte, sabemos que a maconha por si só já é um planta com propriedades medicinais, que podem ser utilizadas para diversos fins, desde dores musculares ou crônicas até náuseas, falta de apetite ou insônia. Além disso, tem um fato muito curioso, sabe-se que a maconha é benéfica para o tratamento de doenças respiratórias como asma e bronquite, mas aí vem  a pergunta, como posso tratar uma doença respiratória, por exemplo, se para isso preciso inalar fumaça, que destrói mais os pulmões?

Simples, você pode tratar sua asma ou outras enfermidades quaisquer sejam elas, inalando as ricas propriedades da Cannabis sim, sem que haja fumaça, basta usar um vaporizador. 

Com o vaporizador você aquece a erva ao ponto de liberar suas propriedades, através de seus óleos essenciais voláteis, porém não queima, e se não queima não tem fumaça, logo é um método completamente saudável de se consumir suas ervas medicinais.

Ta certo que o preço desses aparelhos não é o mais convidativo, mas pense bem, você fazer um investimento para sua saúde e deixar de usar muitos remédios caros, e não ter nenhum dano colateral tem preço? Para mim não, e vale cada centavo.

Existem diversas marcas e modelos de vaporizadores de ervas. Existem os que são para usar em casa, que possuem tamanho grande, e precisam ser ligados na tomada. Existem os portáteis, que podem ser levados para qualquer lugar, e nesses portáteis, têm os que são à bateria recarregável e os que usam gás butano, como os de isqueiro. Normalmente os portáteis são mais caros, mas em compensação você fica livre para usa-los aonde quiser, e não libera odor da erva, o que torna seu uso muito discreto e pode ser usado em locais públicos.

Outra coisa legal sobre o vaporizador, é que você pode consumir qualquer erva, e não só maconha, e todas as ervas têm suas propriedades terapêuticas. Você pode inalar tomilho, orégano, lavanda, entre muitas outras ervas. E por não haver fumaça, o sabor da erva é sentido por completo, o que deixa a experiência de vaporizar ainda melhor, você sentir o sabor intenso da sua erva não tem preço.

Leia tambem este artigo: A incrível experiência de vaporizar a maconha

maconha medicinal - cannabis medicinal

Tuesday, November 13, 2012

Matemática da Dor


...o tumor lateja como se fosse um Aliem querendo sair, rasgando seu corpo. As queimaduras de segundo e terceiro grau da Radioterapia abrem feridas, os enjoos e vômitos da Quimioterapia são insuportáveis. Morfina é receitada, mas tem um limite, se ultrapassar pode acusar falência dos órgãos.
“Desespero total”.
Daí ao inalarmos a Cannabis, as dores e enjoos não passam totalmente, mas melhoram muito, muito mesmo, e o efeito é imediato. 
O corpo relaxa e finalmente conseguimos dormir.

Morfina – Quarenta minutos para fazer efeito, uma hora e meia de duração. A dor melhora quarenta por cento.
Cannabis – Efeito imediato, duas horas de duração. A dor melhora quarenta por cento.

Com oitenta por cento já é um grande alivio.
Com o tempo os efeitos da Morfina diminuem, o nosso organismo fica acostumado.

Morfina – A dor melhora vinte por cento.
Cannabis – Os quarenta por cento continuam.
Morfina – Dá alucinação.
Cannabis – Não.
Morfina – Vicia. Mesmo quando não é mais necessário, temos que continuar tomando e abaixando a dose para não ter crise de abstinência.
Cannabis – Não.

O uso de Cannabis  para fins Medicinais no alivio da dor já é um fato comprovado, e legalizado em vários países de primeiro mundo.

Referência: trecho retirado do livro “Apologia a Cura”.

Monday, October 29, 2012

Alternativas à Proibição

 
Fonte:Cartilha informativa.Marcha da Maconha-SP 2012

Friday, October 19, 2012

Maconha x maníaco-depressão

Será que a maconha realmente é apenas uma droga causadora dos males anunciados pela mídia há tempos, ou será que ela realmente pode desenvolver benefício para a vida de usuários? Um mal que atinge boa parte da população mundial é a depressão, e de que forma a maconha poderia ajudar pessoas com esse problema?  Vamos ler um trecho retirado do livro HEMP, o uso medicinal e nutricional da maconha.
Maconha Medicinal
Para pessoas que sofrem dos dois males (depressão e mania, ou, maníaco-depressão),  a vida é uma gangorra de altos e baixos, físicos e emocionais. Uma mulher da Virgínia descreveu sua experiência  no uso da Cannabis para controlar sua maníaco-depressão da seguinte maneira:   “ Suponha que eu esteja num acesso de fúria maníaca – O comportamento mais destrutivo que existe. Umas poucas baforadas dessa erva, e eu posso ficar calma. Tanto eu como meu marido notamos isso. Um minuto fora de controle, numa fúria louca por causa de um detalhe insignificante, no qual eu estou aparentemente necessitada de uma camisa-de-força, e em algum lugar, bem no fundo da minha mente, eu fico me perguntando o porquê de isto estar acontecendo e por que não posso ter controle de minhas próprias emoções. Então em alguns minutos, o tempo que leva pra dar alguns tapas – por que, eu poderia até, depois de uma rodada de desculpas, rir de mim mesma! Mas esta erva é ilegal,  e eu tenho um forte desejo de me submeter à lei... Tomei lítio por seis meses e experimentei diversos efeitos colaterais adversos – tremedeiras, erupções cutâneas e perda de controle em relação à fala... A combinação de efeitos colaterais do lítio e crescentes sintomas maníaco-depressivos fizeram com que eu voltasse a usar Cannabis...  A Cannabis não curou a minha doença, e ao longo dos anos ela provavelmente continuou a piorar. Mas com o uso criterioso desse medicamento, minha vida tem sido boa. Posso controlar coisas com essa droga...  Geralmente não faço a cabeça no todo, apenas retorno ao estado normal.” Essa função moderadora da Cannabis é decisiva para que ela mantenha a sua estabilidade. Sua situação também reagiu bem ao uso de pílulas de THC, embora ela prefira a erva natural.

Fonte: HEMP, o uso medicinal e nutricional da maconha.

Flor de Maconha
Essa é a maior vantagem de se usar a maconha medicinal, pois o usuário/paciente, tem total controle do quanto fuma, para consumir apenas a quantidade que irá lhe deixar bem para um determinado momento, não se tem riscos de overdose por fuma-la, o que pode acontecer de pior é o paciente cair no sono. Não se pode dizer que a planta da maconha seja a cura para o mundo, mas tampouco se pode negar mais do que já se vem negando há décadas os benefícios dessa milagrosa planta.

Wednesday, October 10, 2012


Maconha bloqueia avanço do Alzheimer

 

Substâncias canabinóides reduzem inflamação associada à doença

As substâncias ativas da maconha, conhecidas como canabinóides,
podem ajudar a impedir o avanço do mal de Alzheimer no cérebro,
afirma uma nova pesquisa.

Cientistas mostraram que o uso da maconha pode reduzir a inflamação associada ao Alzheimer e, assim, evitar o declínio mental. O estudo, divulgado na publicação especializada Journal of Neuroscience, foi feito pela Universidade Complutense de Madri e pelo Instituto Cajal. Os cientistas inicialmente compararam o tecido cerebral de pacientes que morreram do mal de Alzheimer com aqueles de outras pessoas sem a doença que morreram com a mesma idade.

Receptores

Eles observaram em detalhes os receptores cerebrais aos quais as substâncias canabinóides (da maconha) se conectam. Estudaram também células conhecidas como microglia, responsáveis pela ativação da resposta do sistema imune cerebral.

As células microgliais se concentram perto de depósitos de placas associados com o mal de Alzheimer que, quando ativos, causam inflamação. Os pesquisadores descobriram que, nos cérebros de pessoas que sofreram de Alzheimer, é bem menor a presença de receptores capazes de se ligar aos canabinóides. Isso seria indicativo de que os pacientes perderam a capacidade de utilizar os efeitos protetores dos canabinóides.

Teste em ratos

O próximo passo na pesquisa foi testar o efeito dos canabinóides em ratos que haviam recebido injeções de proteínas amilóides, que formam placas de Alzheimer. Aqueles ratos que além da proteína também receberam uma dose de canabinóides saíram-se melhor que os demais em testes sobre a capacidade mental.

Por meio de cultura de células, os pesquisadores confirmaram também que os canabinóides impediram a ativação da microglia, reduzindo a inflamação. "Essas descobertas de que os canabinóides atuam tanto na prevenção da inflamação como na proteção do cérebro pode preparar o terreno para o seu uso como tratamento terapêutico para o mal de Alzheimer", afirmou a pesquisadora Maria de Ceballos, uma das autoras do estudo.

"Isso fornece outra peça para o quebra-cabeças dos trabalhos sobre o cérebro", observou Susanne Sorensen, chefe do departamento de pesquisa da Alzheimer Society, da Grã-Bretanha. "Não há cura para o mal de Alzheimer, então a identificação de outro objetivo para o desenvolvimento de drogas é extremamente bem-vinda."

Fonte: BBC Brasil.com, http://www.bbc.co.uk/

Tuesday, September 25, 2012

Maconha salvando vidas

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Wednesday, September 12, 2012

Bebida,Abstinência e Temperança


 
 
Em Programa da Tv Aberta - São Paulo, apresentação de Atilio Bari e Roberta Bari entrevista com o Historiador Henrique Carneiro, Professor do Departamento de História da USP.
 
 
 Fonte:Programa da Tv Aberta - São Paulo